146 Anos Provando Que Seguro Não É Papel.

Como a Tokio Marine Transformou Proteção em Ação Real Quando Mais Importa

Tokio Marine Seguradora - Você confiaria sua vida a uma empresa que nunca foi testada?

A resposta parece óbvia. Mas a maioria das pessoas contrata seguro rezando para nunca precisar usar. E quando precisa… descobre que a promessa era só papel.

A Tokio Marine tem uma história diferente. Uma história que começa em 1879, no Japão, e atravessa três séculos provando a mesma coisa: quando o pior acontece, ela aparece.

1923. Grande Terremoto de Kanto destrói Tóquio. As seguradoras tinham uma saída legal perfeita: terremotos não estavam cobertos. Podiam negar tudo e preservar o caixa. A Tokio Marine fez o oposto. Pagou cada segurado. Mesmo sem obrigação. Mesmo arriscando falir.

2011. Tsunami devasta o Japão. 150 mil segurados atendidos com velocidade que virou referência mundial.

2024. Enchentes históricas no Rio Grande do Sul. Enquanto outras seguradoras enrolavam, a Tokio Marine reduziu em 30% o tempo de pagamento e injetou quase R$ 200 milhões na reconstrução.

Não é coincidência. É conduta. É o que acontece quando uma empresa decide que cada vida importa mais que cada cláusula.

E em 2026, essa filosofia continua sendo validada de forma brutal: lucro de R$ 1,4 bilhão mantido mesmo pagando bilhões em sinistros. Crescimento de 15,3% em Vida Individual enquanto o mercado patina. Rating AAA.br que atesta capacidade de pagamento inquestionável.

Nos próximos minutos, você vai entender como uma seguradora japonesa de 146 anos conseguiu crescer no Brasil sem virar refém de banco. Como mantém lucro técnico operacional sem depender de investimentos financeiros. E principalmente: como transformou a relação com o cliente de contratual para humana.

Porque proteção real não é o que está escrito. É o que é feito quando ninguém está olhando.

O Teste do Terremoto: Quando Conduta Vira DNA Corporativo

A decisão de 1923 não foi caridade. Foi definição de identidade.

A decisão de 1923 não foi caridade. Foi definição de identidade.”

A maioria das empresas fala sobre valores. A Tokio Marine provou os seus quando ninguém estava olhando.

1923. Grande Terremoto de Kanto devasta Tóquio. As apólices vigentes tinham uma cláusula clara: terremotos não estavam cobertos. Era a saída legal perfeita. Todas as seguradoras podiam negar pagamento, preservar o caixa e sobreviver financeiramente. Afinal, a interpretação restrita do contrato permitia. Mais do que isso exigia.

A Tokio Marine fez o oposto. Pagou cada segurado. Mesmo sem obrigação legal. Mesmo arriscando a própria solvência.

Não foi um ato isolado de bondade corporativa. Foi a fundação de um DNA que atravessaria gerações. Aquela decisão estabeleceu um precedente brutal: a função social do seguro supera a interpretação técnica do papel. O amparo no momento da perda importa mais que a cláusula restritiva.

Esse mesmo código genético foi reativado 88 anos depois. 2011. Tsunami devasta o Japão. Enquanto outras seguradoras montavam comitês para estudar a situação, a Tokio Marine já estava nas ruas. 150 mil segurados atendidos com velocidade que virou referência mundial. Não porque o protocolo mandava. Porque o DNA corporativo não permitia outra resposta.

E em 2024, esse DNA cruzou o oceano e provou que funciona no Brasil.

As enchentes históricas no Rio Grande do Sul testaram todo o setor segurador brasileiro. Foi o momento em que as promessas de marketing enfrentaram a realidade da catástrofe. Enquanto concorrentes criavam “forças-tarefa” e anunciavam “procedimentos especiais”, a Tokio Marine simplesmente agiu.

Reduziu em 30% o tempo de pagamento de indenizações. Não em casos simples. Em sinistros climáticos complexos, onde a burocracia costuma explodir. Injetou R$ 197,83 milhões na economia local enquanto famílias ainda estavam tirando lama de dentro de casa. Processou 5.600 sinistros com uma agilidade que só é possível quando você não precisa consultar o manual de crise — porque a crise está no seu DNA desde 1879.

A filosofia “Good Company” não é slogan pintado na parede da matriz. É protocolo testado nos piores cenários que a natureza pode criar. Terremoto que destrói uma capital. Tsunami que varre cidades inteiras. Enchentes que colocam um estado brasileiro debaixo d’água.

E aqui está a parte que separa retórica de realidade: a empresa atravessou todas essas catástrofes mantendo lucro de R$ 1,4 bilhão e índice combinado de 89,8%.

Traduzindo: fazer o certo não quebra a empresa. Fortalece.

Um índice combinado abaixo de 90% significa que a operação é lucrativa antes mesmo de contar ganhos financeiros. A Tokio Marine ganha dinheiro vendendo e pagando seguros, não especulando com reservas. Isso só é possível com subscrição (precificação de risco) extremamente sofisticada. A empresa sabe recusar o que não deve aceitar. Sabe precificar corretamente o que aceita. E quando aceita, entrega.

Pense na matemática brutal disso. Você paga bilhões em catástrofes. Reduz burocracia em 30% (o que custa mais caro operacionalmente). Mantém lucro técnico. E ainda cresce.

Como?

Porque quando você constrói reputação ao longo de 146 anos, cada sinistro pago não é um custo — é um investimento em confiança. Cada cliente que recebe o dinheiro rápido vira um evangelista da marca. Cada corretor que vê a empresa honrar a promessa em momentos impossíveis passa a recomendar com convicção, não com esperança.

A decisão de 1923 não foi caridade. Foi estratégia de sobrevivência de longo prazo disfarçada de ética. Foi a compreensão de que, no negócio de seguros, a única vantagem competitiva sustentável é a certeza de que você vai estar lá quando tudo desmoronar.

E essa certeza não se constrói com campanhas publicitárias. Se constrói pagando terremoto sem cobertura. Atendendo 150 mil pessoas em tsunami. Reduzindo burocracia em enchente enquanto concorrentes aumentam formulários.

A Tokio Marine não inventou marketing emocional. Ela tomou decisões difíceis a favor do segurado quando ninguém estava filmando. E essas decisões, repetidas por quase um século e meio, viraram algo mais valioso que qualquer ativo no balanço: viraram conduta previsível.

Previsibilidade é o ativo mais raro no mercado de seguros brasileiro. A maioria das seguradoras é previsível apenas na negação. A Tokio Marine é previsível na entrega.

Porque cada vida importa. Mesmo quando o contrato diz que não precisa importar.

Crescimento Sem Banco: A Estratégia de Independência Que Mudou o Jogo

“A empresa não precisa de banco para crescer. Ela é o banco que os bancos procuram.”

No Brasil, seguradoras vivem um relacionamento tóxico com bancos. Dependem dos balcões para distribuição. Aceitam condições leoninas para acessar a base de clientes. Pagam comissões que destroem a margem. E quando o banco decide mudar de parceiro? A operação inteira desmorona.

A Tokio Marine construiu o caminho inverso. E esse caminho começou com uma aposta de R$ 897 milhões em 2005.

A aquisição da Real Seguros não foi apenas uma compra de carteira. Foi a compra de independência estratégica. O ativo mais valioso daquela transação não eram as apólices vigentes. Era o contrato de exclusividade para distribuição na rede de 1.500 agências do Banco Real por dez anos. Acesso garantido. Fluxo previsível. Escala imediata.

Mas a história fica interessante quando o Banco Real foi vendido ao Santander.

A maioria das seguradoras teria entrado em pânico. A Tokio Marine viu oportunidade. Vendeu sua participação de 50% na joint venture de Vida e Previdência para o Santander por R$ 678 milhões em 2010. Lucro na operação. Saída negociada. E aqui está a decisão que define caráter corporativo: a matriz japonesa não levou o dinheiro de volta para Tóquio.

Reinvestiu tudo no Brasil.

Cada centavo foi direcionado para modernização tecnológica, expansão da rede de corretores independentes e desenvolvimento de produtos. Foi a mensagem mais clara que uma multinacional pode enviar: estamos aqui para ficar, e vamos crescer com ou sem banco.

A aposta deu certo. Entre 2010 e 2020, a Tokio Marine construiu uma rede de 45.000 corretores independentes — profissionais que vendem múltiplas marcas e escolhem recomendar a Tokio porque a experiência de sinistro é superior. Não há contrato de exclusividade forçado. Há preferência conquistada na base da entrega.

E então veio o segundo movimento estratégico: a parceria bilionária com a Caixa Econômica Federal.

Janeiro de 2020. A Tokio Marine desembolsa R$ 1,52 bilhão para constituir a XS3 Seguros S.A., uma joint venture onde detém 50,01% das ações ordinárias — ou seja, o controle operacional. A Caixa entra com a outra metade e a totalidade das preferenciais.

O racional é cirúrgico. A Caixa é a líder absoluta em financiamento imobiliário no Brasil. Cada casa financiada precisa de seguro habitacional. Cada mutuário é um cliente em potencial para seguro residencial, auto, vida. A Tokio Marine garantiu acesso a um fluxo perene de novos segurados sem depender de renovação de contrato ou boa vontade de gerente de banco.

Mas ao contrário da maioria das parcerias com instituições financeiras estatais — onde o banco dita as regras e a seguradora obedece — aqui a Tokio Marine manteve o controle. 50,01% significa que quem decide a subscrição, a precificação, o atendimento e a inovação é a seguradora, não o banco.

Os números provam que a estrutura funciona.

Em 2024, a XS3 Seguros reportou lucro líquido de R$ 521 milhões, um salto sobre os R$ 382 milhões de 2023. Patrimônio líquido de R$ 1,79 bilhão. Crescimento em dois dígitos. Rentabilidade técnica. E tudo isso enquanto mantém a filosofia de atendimento da Tokio Marine, não a burocracia bancária tradicional.

O resultado consolidado? Faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2024. Crescimento de 10,6% em um ano marcado por catástrofes climáticas que frearam o setor. E o mais importante: independência estratégica completa.

Hoje, a Tokio Marine não precisa implorar por espaço no balcão de banco. Bancos imploram para fazer parceria com ela. Porque a empresa provou que consegue crescer sozinha, construindo canais próprios (corretores independentes, digital, parcerias estratégicas) enquanto mantém rentabilidade técnica.

A maioria das seguradoras no Brasil vive refém de três ou quatro grandes bancos. A Tokio Marine inverteu a equação: os bancos precisam dela mais do que ela precisa dos bancos.

Isso muda tudo.

Muda a negociação de comissões. Muda o poder de ditar termos. Muda a capacidade de inovar sem pedir permissão para o parceiro financeiro. Muda a velocidade de lançamento de produtos. E principalmente: muda a capacidade de colocar o cliente no centro, não o banco.

Quando você não depende de renovação de contrato bancário para sobreviver, pode tomar decisões a favor do segurado mesmo quando isso irrita o parceiro de distribuição. Pode reduzir burocracia. Pode simplificar processos. Pode pagar sinistro rápido sem medo de “desagradar” quem controla o canal.

A estratégia de independência da Tokio Marine não foi construída por idealismo. Foi construída por pragmatismo brutal. A empresa entendeu que, no longo prazo, quem controla a distribuição controla o destino. E decidiu controlar.

Comprou acesso com R$ 897 milhões. Reinvestiu R$ 678 milhões na operação local quando poderia ter embolsado o lucro. Desembolsou R$ 1,52 bilhão para garantir controle operacional em parceria estratégica. E construiu uma rede de 45.000 corretores que recomendam a marca por escolha, não por obrigação.

O resultado é uma seguradora que cresce 10,6% ao ano enquanto mantém índice combinado de 89,8% e lucro de R$ 1,4 bilhão. Sem depender de banco. Sem depender de especulação financeira. Dependendo apenas da capacidade de precificar risco corretamente e entregar o que promete.

Porque no final, a única independência que importa no mercado de seguros é a independência de cumprir a promessa. E você só consegue isso quando não precisa pedir permissão para fazer o certo.

Lucro Técnico em Ano de Catástrofe: A Matemática Que Separa Amadores de Profissionais

“Qualquer seguradora lucra em ano tranquilo. A Tokio Marine lucra em ano de desastre.”

Existe uma métrica que separa seguradoras sérias de apostadoras disfarçadas: o índice combinado.

A matemática é simples. Você soma o que gastou com sinistros e despesas operacionais. Divide pelo que recebeu de prêmios. Se o resultado for menor que 100%, você tem lucro técnico — ou seja, ganha dinheiro vendendo e pagando seguros, não especulando com reservas.

Se for maior que 100%, você só sobrevive porque a Selic está alta e os juros sobre as reservas cobrem o rombo operacional. Quando os juros caem, a empresa quebra.

A Tokio Marine encerrou o primeiro semestre de 2025 com índice combinado de 89,8%.

Em um ano marcado por enchentes no Rio Grande do Sul, aumento de roubo de veículos, inflação de peças e sinistros climáticos espalhados pelo país. 89,8%. Dez pontos percentuais abaixo da zona de segurança.

Isso não é sorte. É subscrição.

Subscrição é a arte de precificar risco. É olhar para um cliente, um veículo, um imóvel, uma empresa, e calcular com precisão cirúrgica: qual a probabilidade de sinistro? Qual o custo médio se acontecer? Quanto preciso cobrar para cobrir esse risco e ainda ter margem?

A maioria das seguradoras erra nesse cálculo. Cobra muito pouco para ganhar volume (e quebra quando os sinistros vêm). Ou cobra muito e perde mercado para concorrentes mais agressivos.

A Tokio Marine acerta. Consistentemente. Há décadas.

O índice combinado de 89,8% no 1º semestre de 2025 não é um ponto fora da curva. É continuidade. Em 2023, foi 88,0%. Em 2024, subiu para 90,3% — o impacto direto das enchentes no RS, que custaram R$ 197,83 milhões à empresa. Mesmo assim, manteve-se abaixo de 95%, a linha que separa excelência de mediocridade no setor.

Traduzindo em português: a empresa pagou bilhões em sinistros climáticos e ainda assim teve lucro operacional na subscrição de riscos.

Como isso é possível?

Primeiro: recusa estratégica. A Tokio Marine sabe dizer não. Quando um risco não pode ser precificado corretamente — seja porque o cliente tem histórico ruim, seja porque a região é sabidamente problemática, seja porque o perfil não se encaixa no modelo atuarial — a empresa recusa. Prefere perder o prêmio hoje a pagar sinistro inflado amanhã.

Isso exige disciplina brutal. Porque o mercado pressiona por volume. Acionistas querem crescimento. Corretores querem comissão. E a tentação de aceitar “só mais esse caso” é constante.

A Tokio Marine resiste. E essa resistência se traduz em lucro líquido de R$ 792 milhões no 1º semestre de 2025, uma alta de 14% sobre o ano anterior. Projetando um novo recorde anual que deve superar os R$ 1,4 bilhões já consolidados em 2023 e 2024.

Segundo: precificação dinâmica. O risco muda. O perfil de roubo de veículos em São Paulo em 2025 não é o mesmo de 2023. O custo de reparo de um para-choque subiu 30% com a inflação de peças importadas. O padrão de sinistros climáticos mudou com as mudanças no regime de chuvas.

A Tokio Marine ajusta os prêmios em tempo real. Usa inteligência artificial para analisar padrões de sinistro. Cruza dados de telemetria (quando o cliente autoriza) com histórico de direção. Monitora índices de criminalidade por CEP. E recalcula a precificação constantemente.

Não é um cálculo anual feito em janeiro e esquecido até dezembro. É um ajuste contínuo que mantém a empresa sempre à frente da curva de risco.

Terceiro: gestão de fornecedores. A rede referenciada de oficinas, médicos, assistências 24h não é escolhida por licitação de menor preço. É escolhida por custo-benefício de longo prazo. Uma oficina que faz o reparo certo na primeira vez custa menos do que uma oficina barata que faz o cliente voltar três vezes.

A Tokio Marine investe em capacitação da rede. Audita qualidade. Paga bem para garantir exclusividade nos melhores prestadores. E colhe o resultado: sinistros resolvidos mais rápido, com menos retrabalho, e custo final menor.

E quarto: tecnologia aplicada. A vistoria por imagem com inteligência artificial não é gadget de marketing. É ferramenta de redução de custo operacional. Elimina deslocamento de perito. Reduz tempo de regulação. Detecta tentativa de fraude (quando a foto mostra dano incompatível com o relato). E gera orçamento preciso em minutos.

O resultado financeiro é cristalino. Enquanto concorrentes dependem de Selic alta para fechar as contas, a Tokio Marine entrega rentabilidade técnica consistente. Pode cair a Selic para 2% ao ano que a operação continua lucrativa. Porque o lucro vem da subscrição, não da especulação.

E aqui está o ponto que investidores e corretores precisam entender: lucro técnico em ano de catástrofe é a única prova real de que a seguradora vai estar lá quando você precisar.

Porque se a empresa só lucra quando não paga sinistro, ela tem incentivo perverso para negar, enrolar, burocratizar. Mas se a empresa lucra pagando sinistro — porque precificou corretamente desde o início — ela tem incentivo para pagar rápido e bem. Porque cada sinistro pago com excelência gera recomendação, retenção e novos negócios.

A Tokio Marine provou isso em 2024. Pagou R$ 197,83 milhões só nas enchentes do RS. Reduziu burocracia em 30%. E ainda assim encerrou o ano com lucro de R$ 1,4 bilhão e índice combinado de 90,3%.

A matemática não mente. E a matemática da Tokio Marine diz uma coisa: esta empresa sabe o que está fazendo. Não é amadora apostando em volume. Não é especuladora dependendo de juros altos. É profissional que domina a arte de precificar risco.

E no mercado de seguros, essa é a única competência que importa no longo prazo.

15,3% de Crescimento em Vida: O Que Acontece Quando Você Para de Vender Morte

Brasileiro não compra seguro de vida porque seguro de vida tradicional é mórbido: você paga décadas e só sua família vê o dinheiro… quando você morre.”

A Tokio Marine inverteu a lógica. E cresceu 15,3% em Vida Individual enquanto o mercado patinava.

O problema do seguro de vida no Brasil sempre foi psicológico, não financeiro. As pessoas entendem a importância. Sabem que a família precisa de proteção. Mas adiar a compra é fácil porque o benefício é… póstumo. Você nunca vai ver o dinheiro. Nunca vai usar a cobertura. Você paga, paga, paga, e torce para “jogar o dinheiro fora” (porque se não jogar, significa que morreu).

É uma proposta de valor terrivelmente difícil de vender.

A Tokio Marine parou de vender morte. Começou a vender proteção financeira ativa.

A mudança começou com uma pergunta brutal: o que mata mais brasileiros antes dos 70 anos? Não é acidente de carro. Não é violência. São doenças graves: câncer, infarto, AVC, insuficiência renal.

E essas doenças têm uma característica financeira devastadora: você para de trabalhar justamente quando os custos explodem. Tratamento de câncer custa entre R$ 200 mil e R$ 400 mil. Medicamento importado que o plano não cobre pode custar R$ 15 mil por mês. Você precisa de enfermeira em casa. Precisa de segunda opinião médica. Precisa de nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo.

E enquanto isso, o salário para. A conta não.

A Tokio Marine criou a Indenização Viva para 30 doenças graves. Você recebe o dinheiro após o diagnóstico, não após a morte. Até R$ 500 mil depositados na sua conta enquanto você ainda está vivo, lutando, precisando de cada centavo.

Não é benefício para a viúva. É blindagem financeira para você.

E complementou com benefícios que você usa durante a vida, não depois dela:

Telemedicina 24h com médicos do Hospital Albert Einstein. Você acorda às 3h da manhã com dor no peito. Liga. Fala com um cardiologista em minutos. Sem fila. Sem convênio. Sem burocracia. Isso não é seguro de vida. É medicina preventiva que evita que você precise acionar o seguro.

Programa Vida Saudável: nutricionista, personal trainer virtual, acompanhamento psicológico. A lógica é simples: quanto mais saudável você estiver, menor a chance de sinistro. A Tokio Marine investe na sua saúde porque isso reduz o risco dela. E você ganha qualidade de vida no processo.

Diárias de Internação: você fica internado, recebe uma diária que substitui o salário perdido. Não precisa usar o décimo terceiro para pagar a conta de luz enquanto está no hospital.

A transformação foi radical. O seguro deixou de ser “para quando eu morrer” e virou rede de proteção financeira e cuidado contínuo. Você paga. Você usa. Você vê o valor.

E o mercado respondeu.

Crescimento de 15,3% em Vida Individual em 2024. Enquanto seguradoras tradicionais estagnavam tentando convencer as pessoas a “pensar na família“, a Tokio Marine crescia oferecendo benefícios que o próprio segurado aproveita.

Seguro Viagem explodiu 92,4%. Porque a empresa aplicou a mesma lógica: não venda “cobertura para morte no exterior”. Venda assistência médica 24h, reembolso de bagagem, cancelamento de voo, suporte jurídico. Coisas que você provavelmente vai usar. Coisas que transformam uma viagem estressante em uma viagem tranquila.

Vida em Grupo (empresarial) cresceu 13,9%. Empresas perceberam que oferecer um seguro de vida com telemedicina e programa de saúde mental não é custo — é ferramenta de retenção de talentos e redução de absenteísmo.

A estratégia toda se resume a uma mudança de paradigma: pare de vender a apólice. Venda a vida protegida.

Ninguém quer comprar 50 páginas de cláusulas. As pessoas querem dormir tranquilas sabendo que, se o diagnóstico vier amanhã, elas têm R$ 500 mil para lutar. Querem ter um cardiologista disponível no WhatsApp às 2h da manhã. Querem nutricionista para ajudar a controlar a diabetes antes que vire algo pior.

A Tokio Marine entendeu que o melhor seguro de vida é aquele que você nunca precisa acionar porque te ajudou a viver melhor. E quando precisa acionar, te ampara financeiramente enquanto você ainda está vivo para usar o dinheiro.

Isso muda tudo. Muda a conversa com o cliente. Muda a taxa de conversão. Muda a retenção (porque você usa o benefício todo mês, não “torce para nunca usar”). E muda o crescimento: 15,3% enquanto o mercado cresce 3%.

Porque o mercado não mudou. A oferta mudou.

E quando você oferece algo que as pessoas realmente querem — proteção que funciona em vida, não apenas na morte — elas compram. Recomendam. Renovam.

Porque cada vida é única. E cada vida merece proteção que você possa sentir, não apenas deixar de herança.

Rating AAA.br: A Validação Matemática de Que a Promessa Será Cumprida

“Confiança emocional precisa de base racional.”

Você pode gostar da marca. Pode se identificar com os valores. Pode ter ouvido depoimentos emocionantes de clientes satisfeitos. Mas na hora de assinar um contrato de longo prazo — onde você paga hoje e só vai testar a entrega daqui a anos, talvez décadas — a emoção não basta.

Você precisa de matemática. Você precisa de auditoria externa. Você precisa de alguém que olhou os balanços, as reservas técnicas, a governança, a diversificação de carteira e disse: “Esta empresa vai estar aqui amanhã para honrar o que prometeu hoje.”

A Tokio Marine tem o rating AAA.br da Moody’s Local.

E isso não é uma medalha de participação. É o teto da escala nacional de crédito.

AAA.br significa que a capacidade da empresa de honrar suas obrigações financeiras — ler-se: pagar sinistros — é excepcionalmente forte. Não é “boa”. Não é “adequada”. É excepcional. O grau máximo de segurança que uma agência de classificação de risco pode atestar.

A Moody’s não dá essa nota de graça. Ela disseca a operação. Analisa:

Solidez do balanço: A Tokio Marine tem patrimônio líquido robusto, reservas técnicas superiores ao exigido pela SUSEP, e liquidez imediata para pagar sinistros sem precisar vender ativos com desconto.

Diversificação de carteira: A empresa não depende de um único produto (como Auto) ou de um único canal (como bancassurance). Opera em múltiplos ramos — Auto, Residencial, Empresarial, Vida, Riscos Especiais, Garantia, Rural. Se um segmento sofre (como Auto em ano de alta criminalidade), os outros compensam.

Qualidade da subscrição: O índice combinado consistentemente abaixo de 90% prova que a empresa sabe precificar risco. Não aceita qualquer negócio para bater meta. Recusa o que não consegue precificar corretamente.

Governança corporativa: A Tokio Marine é auditada por Big Four (as quatro maiores auditorias do mundo). Tem conselho independente. Segue padrões internacionais de compliance. Foi reconhecida pela Ethisphere como uma das empresas mais éticas do mundo.

Resiliência em crises: A análise da Moody’s considera cenários de estresse. E se houver outra enchente? E se a Selic cair para 2%? E se o mercado de Auto entrar em recessão? A empresa sobrevive? A resposta, validada por stress tests, é: sim.


Essa validação elimina o risco de contraparte — o risco de você pagar o prêmio religiosamente por 10 anos e, quando precisar, descobrir que a seguradora quebrou ou está em recuperação judicial.

Para um gestor de riscos corporativos avaliando qual seguradora contratar para a frota da empresa, o rating AAA.br é decisivo. Porque ele não está apostando o próprio dinheiro. Está apostando o patrimônio da companhia. E se a seguradora não pagar, ele perde o emprego.

Para uma família contratando seguro de vida, o rating é a garantia de que, se o diagnóstico de câncer vier daqui a 15 anos, a Tokio Marine ainda estará lá. Com caixa. Com estrutura. Com capacidade de depositar os R$ 500 mil prometidos.

E aqui está o ponto crítico: rating não se compra. Não adianta ter marketing bonito, site moderno, influencer digital promovendo. A Moody’s olha para o balanço auditado. Para as reservas. Para a governança. E dá a nota que a matemática justifica.

AAA.br é o atestado de que a promessa não é retórica. É capacidade financeira comprovada.

E a Tokio Marine complementa esse rating com escala global. A empresa opera em 46 países. Tem presença no Brasil desde 1959. Segura 3 milhões de veículos no país. Faturou R$ 13,4 bilhões em 2024.

Escala importa. Porque escala significa que a empresa não depende de um único mercado. Se o Brasil entrar em recessão, as operações no Japão, EUA, Europa e Ásia compensam. A matriz em Tóquio tem US$ 100 bilhões em ativos sob gestão. É uma das 20 maiores seguradoras do mundo.

Isso significa que, mesmo em um cenário catastrófico — uma crise econômica brasileira combinada com desastres climáticos em série — a Tokio Marine Brasil tem o respaldo de uma operação global que pode injetar capital se necessário.

Não é teoria. É o que aconteceu em 2010. Quando a empresa vendeu a participação na joint venture de Vida e Previdência para o Santander por R$ 678 milhões, a matriz japonesa mandou reinvestir tudo no Brasil. Não levou o lucro de volta para Tóquio. Apostou na operação local.

Esse tipo de compromisso só é possível quando você tem uma matriz sólida globalmente. E essa solidez global, validada pelo rating AAA.br local, é a base racional da confiança.

Porque no final, seguro é uma aposta de longo prazo. Você aposta que a empresa estará lá quando você precisar. E a única forma de fazer essa aposta com segurança é tendo matemática, auditoria externa e histórico de 146 anos dizendo: “Sim, ela estará.”

A Tokio Marine não pede que você confie cegamente. Ela oferece o rating AAA.br, o balanço auditado, o histórico de pagamento de R$ 3,8 bilhões em sinistros só no primeiro semestre de 2025, e a presença em 46 países.

E diz: “Confie. Mas confie com base em evidências.”

Porque cada vida é única. E cada vida merece proteção que seja matematicamente sólida, não apenas emocionalmente reconfortante.

Você acabou de percorrer 146 anos de história.

Não a história que as empresas inventam em PowerPoint corporativo

A história que se prova em terremotos, tsunamis e enchentes. A história que se mede em R$ 197,83 milhões injetados no Rio Grande do Sul quando outras seguradoras ainda estavam calculando cláusulas de escape.

A pergunta que trouxe você até aqui não era “qual seguradora tem o melhor comercial na TV?”. Era mais profunda: quando o pior acontecer comigo, quem realmente vai aparecer?

A Tokio Marine respondeu essa pergunta em 1923, pagando terremotos sem obrigação legal. Respondeu em 2011, atendendo 150 mil pessoas em tsunami com velocidade que virou referência mundial. Respondeu em 2024, reduzindo em 30% o tempo de pagamento enquanto o Sul do Brasil afundava. E responde hoje, em 2026, com lucro de R$ 1,4 bilhão mantido mesmo pagando bilhões em sinistros — prova matemática de que fazer o certo não quebra empresa, fortalece.

A conduta não é slogan. É protocolo de crise testado nos piores cenários possíveis. É o DNA que fez corretores de todo o Brasil elegerem a Tokio Marine como Seguradora do Ano. Não porque a campanha de marketing foi bonita. Porque quando eles ligaram para resolver o sinistro do cliente às 22h de uma sexta-feira, alguém atendeu. E resolveu.

O crescimento de 15,3% em Vida Individual não aconteceu por acaso. Aconteceu porque a empresa parou de vender morte e começou a entregar proteção que você usa vivo: Indenização para 30 doenças graves (você recebe após diagnóstico de câncer, não após morrer), telemedicina 24h com médicos do Einstein, nutricionista e psicólogo durante tratamento. O seguro deixou de ser “para quando eu morrer” e virou blindagem financeira ativa enquanto você luta pela vida.

O NPS 63 e o rating AAA.br não são números soltos. São a validação matemática de que a promessa será cumprida. O primeiro mede se você recomendaria (e 63 é brutal no setor financeiro). O segundo atesta que a capacidade de pagamento é excepcionalmente forte — eliminando o risco de você contratar hoje e descobrir que a empresa faliu quando precisar usar.

Quando você é 2ª Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil e 1ª entre seguradoras, não é coincidência que o atendimento seja humano. Funcionários que se sentem valorizados tratam clientes com empatia genuína, não protocolo robótico. E cliente percebe quando está falando com alguém que gosta do que faz.

A independência estratégica construída desde a compra da Real Seguros (R$ 897 milhões em 2005) até a parceria bilionária com a Caixa (R$ 1,52 bilhão na XS3) prova que a Tokio Marine não precisa de banco para crescer. Ela é o banco que os bancos procuram. Faturamento de R$ 13,4 bilhões, crescimento de 10,6%, e controle operacional das decisões. Nenhum gerente de agência vai bloquear seu sinistro porque a meta do trimestre não bateu.

A diferença entre propaganda e realidade está no que a empresa faz quando ninguém está filmando. Quando simplificou documentação no RS sem esperar pressão da mídia. Quando pagou terremotos no Japão sem obrigação. Quando mantém 100% de taxa de resposta no Reclame Aqui mesmo nos casos mais complexos. Essas decisões definem caráter corporativo.

Proteção real não é o que você assina. É o que a seguradora entrega no momento em que sua vida desmorona e você não tem energia para brigar com burocracia. É ter R$ 3,8 bilhões pagos em indenizações em seis meses (1º semestre de 2025) — dinheiro que reconstruiu casas, substituiu carros, salvou empresas, permitiu tratamentos.

Cada vida é única. E cada vida importa. Não é frase de efeito. É a filosofia “Good Company” operacionalizada em 3 milhões de veículos segurados, em 44,13% de mulheres em liderança, em produtos acessíveis como o Auto Econômico que trouxe para a formalidade milhões de brasileiros excluídos.

A Tokio Marine não inventou marketing emocional. Ela tomou decisões difíceis a favor do segurado em 1923, 2011, 2024 e todos os dias entre esses marcos. Manteve lucro técnico operacional (índice combinado de 89,8%) porque subscrição inteligente e conduta ética não são opostos — são complementos que constroem impérios centenários.

Você não precisa torcer para nunca usar seu seguro. Você precisa de uma empresa que, se precisar, vai estar lá com dinheiro na conta, médico na linha e processo simplificado. Uma empresa testada em catástrofes. Validada por 146 anos. Reconhecida por quem mais entende: os corretores que vendem todas as marcas e sabem qual realmente entrega.

Porque cada vida importa. E proteção de verdade tem nome: Tokio Marine.