86% da frota brasileira roda sem seguro.
Pare e pense nisso por um segundo.
Não estamos falando de uma minoria esquecida. Estamos falando da maioria absoluta dos veículos que você vê na rua todos os dias. O motoboy que entrega sua comida. O motorista de app que te leva pro trabalho. Aquele Gol 2012 estacionado na sua rua. A moto popular do vizinho.
Todos desprotegidos.
Mas não por escolha.
Por exclusão.
Durante décadas, as seguradoras construíram um sistema que diz “não” justamente para quem mais precisa de proteção. Carro com mais de 10 anos? Não. Moto de baixa cilindrada? Não. Motorista que trabalha com o veículo? Não. Nome negativado? Definitivamente não.
E aí você fica se perguntando: como é possível que o mercado de seguros tenha virado as costas para 86% da frota?
A resposta é simples, mas incômoda: porque era mais fácil atender os 14% que se encaixavam nos padrões do que resolver o problema real das ruas brasileiras.
Até que alguém decidiu fazer diferente.
A Suhai não nasceu vendendo apólices. Ela nasceu protegendo vidas de outra forma — rastreando veículos, recuperando o que foi roubado, entendendo o risco brasileiro na prática, nas ruas, no dia a dia real. Por mais de 20 anos, o Grupo Suhai estava lá, lidando com executivos, cargas valiosas, segurança privada.
Aprendendo.
E quando finalmente decidiu entrar no mercado de seguros, em 2013, trouxe essa bagagem toda junto. Não como uma seguradora tradicional que olha planilhas e estatísticas de longe. Mas como quem conhece a realidade de perto e sabe exatamente onde o sistema falha.
O resultado? Uma empresa que transformou “não” em “sim”. Que virou a maior seguradora de motos do Brasil fazendo exatamente o que as outras se recusavam a fazer: aceitar quem o mercado rejeita.
E o que poucos sabem é que essa história de inclusão começou muito antes da primeira apólice ser vendida.
“Antes de proteger veículos com apólices, a Suhai protegia vidas com escolta armada. O DNA da segurança nasceu nas ruas, não nos escritórios.”
O ano é 1991. Brasil pós-Collor, inflação galopante, violência urbana explodindo. Enquanto seguradoras tradicionais operavam em torres de vidro, calculando riscos em planilhas, o Grupo Suhai estava nas ruas. Literalmente.
Proteção de executivos. Escolta de cargas valiosas. Rastreamento de veículos roubados. Por mais de 20 anos, a empresa aprendeu a lidar com o risco brasileiro da única forma que importa: na prática, no asfalto, no momento exato em que o perigo se materializa.
Pensa nisso por um segundo. Enquanto outras empresas estudavam estatísticas de roubo, a Suhai estava recuperando os carros roubados. Enquanto analistas debatiam perfis de risco em salas refrigeradas, os profissionais da Suhai negociavam com criminosos, rastreavam veículos em tempo real, entendiam as rotas do crime organizado.
Essa vivência criou algo que nenhum MBA ensina: intuição operacional sobre o risco real.
Deixa eu te contar uma história que ilustra perfeitamente isso. Em 1998, um empresário paulista teve seu carro blindado roubado em um sequrelâmpago na Marginal Tietê. O veículo valia uma fortuna. A carga emocional era ainda maior — dentro do porta-luvas estavam documentos insubstituíveis da empresa familiar.
As seguradoras tradicionais teriam iniciado um processo burocrático de 60 a 90 dias. Formulários. Boletins de ocorrência. Perícias. Avaliações. Contestações. O empresário teria recebido (talvez) uma indenização meses depois, mas os documentos? Perdidos para sempre.
A equipe da Suhai recuperou o veículo em 14 horas.
Como? Porque conheciam as dinâmicas do crime na região. Sabiam para onde veículos de alto valor eram levados. Tinham contatos, informantes, experiência de campo acumulada em milhares de casos reais. Não era teoria. Era expertise forjada na urgência.
Essa operação — e centenas de outras similares ao longo de duas décadas — construiu o alicerce do que viria a ser a filosofia da Suhai Seguros: proteção não é um papel assinado, é uma capacidade real de resolver o problema quando ele acontece.
Aqui está a grande sacada que a maioria das pessoas não percebe: a Suhai não nasceu vendendo tranquilidade abstrata. Nasceu entregando resultados concretos. Cada veículo recuperado era uma aula sobre geografia do crime. Cada negociação com criminosos era um mestrado em psicologia do risco. Cada escolta bem-sucedida refinava os protocolos de prevenção.
Quando você passa 20 anos fazendo isso, algo muda na sua forma de pensar proteção.
Você para de acreditar em fórmulas genéricas. Para de confiar em modelos importados que não entendem a realidade brasileira. Para de aceitar que “é assim que o mercado funciona” quando o mercado claramente não funciona para a maioria das pessoas.
E você começa a fazer perguntas diferentes:
– Por que o seguro precisa ser tão caro se conseguimos recuperar tantos veículos?
– Por que excluir justamente quem mais precisa de proteção?
– Por que cobrar franquia no que realmente importa?
Essas perguntas — nascidas da experiência real nas ruas brasileiras — viriam a revolucionar o mercado de seguros uma década depois.
A analogia perfeita é essa: imagine aprender medicina não em uma universidade, mas em um hospital de campanha durante uma guerra. Você não decora protocolos teóricos — você desenvolve reflexos que salvam vidas sob pressão. Você não estuda estatísticas de trauma — você estanca hemorragias com as próprias mãos.
Foi exatamente isso que o Grupo Suhai fez com a segurança veicular. Enquanto o mercado tradicional operava como uma universidade distante da realidade, a Suhai operava como um hospital de campanha no front do risco urbano brasileiro.
E em 2013, essa experiência de guerra seria transformada em uma revolução democrática.
Porque aqui está a verdade que ninguém te conta: a maioria das seguradoras nunca recuperou um único veículo. Elas terceirizam, confiam em estatísticas, operam no abstrato. A Suhai tinha duas décadas de vantagem competitiva construída veículo por veículo, rua por rua, negociação por negociação.
Quando finalmente decidiu entrar no mercado de seguros, não estava começando do zero. Estava trazendo um arsenal de conhecimento prático que nenhum concorrente possuía. Conhecimento que viria a se traduzir em taxas de recuperação superiores, custos operacionais menores e — finalmente — preços acessíveis para quem o mercado sempre ignorou.
> “86% da frota brasileira rodava desprotegida. Não por escolha, mas porque as seguradoras escolheram dizer ‘não’ para 86% do país.”
2013. Brasil em crescimento econômico. Classe média expandindo. Milhões de brasileiros comprando seu primeiro carro, sua primeira moto. E descobrindo, na prática, que ter o veículo não significava poder protegê-lo.
86% da frota nacional rodava sem seguro.
Deixa esse número afundar por um momento. Oitenta e seis por cento. Não estamos falando de uma minoria desassistida. Estamos falando da esmagadora maioria dos brasileiros que dirigem todos os dias sem nenhuma proteção contra roubo ou furto.
E aqui está o que te deixa com raiva quando você entende a dinâmica: não era porque as pessoas não queriam seguro. Era porque as seguradoras não queriam essas pessoas.
Carro com mais de 10 anos? Recusado. Moto popular abaixo de 250cc? Recusada. Motorista de aplicativo? Recusado. Entregador? Recusado. Veículo usado para trabalho? Recusado. Mora em bairro periférico? Recusado. Tem restrição no CPF? Recusado.
A indústria inteira foi construída para dizer “não”.
Conheci pessoalmente a história do Rodrigo, motoboy de São Paulo. Trabalha 12 horas por dia, seis dias por semana, entregando comida pela cidade. A moto é literalmente seu ganha-pão. Sem ela, não come. A família não come.
Rodrigo tentou contratar seguro em sete seguradoras diferentes. Sete. Todas recusaram. “Perfil de risco muito alto”, disseram. “Rodagem excessiva.” “Uso comercial.” “Modelo não aceito.”
Traduzindo: justamente quem mais precisa de proteção é quem menos consegue.
É como se os hospitais só atendessem pessoas saudáveis. Como se os bombeiros só apagassem incêndios em bairros nobres. É uma inversão moral tão absurda que beira o cômico — se não fosse trágico.
A Suhai nasceu em 2013 para preencher esse vazio gigantesco. Não como caridade. Não como projeto social. Mas como estratégia de negócio fundamentada em duas décadas de conhecimento prático sobre o risco brasileiro real.
Aqui está a sacada genial que os fundadores tiveram: as seguradoras tradicionais recusavam esses perfis porque não sabiam lidar com eles. Operavam com modelos importados, fórmulas genéricas, medo do desconhecido.
A Suhai tinha 20 anos de vantagem competitiva justamente nesses perfis.
Moto popular em bairro periférico? A empresa tinha recuperado milhares delas. Sabia onde eram levadas, como rastrear, quais as taxas reais de recuperação. Motorista de app rodando 200km por dia? A Suhai entendia esse padrão de uso melhor que qualquer planilha atuarial.
O que era “risco inaceitável” para o mercado era “especialidade” para a Suhai.
E assim nasceu a política que mudaria tudo: aceitar quem o mercado rejeita, focar no essencial, cobrar o justo.
Proteção contra roubo e furto. Sem frescura. Sem dezenas de coberturas que você nunca vai usar. Sem aquele discurso bonito de “assistência 24h para troca de pneu” enquanto te cobram uma fortuna e recusam segurar seu veículo.
Proteção real. Preço real. Para gente real.
Os primeiros clientes da Suhai eram exatamente aqueles que o mercado desprezava: donos de carros populares com 10, 12, 15 anos de uso. Motoboys. Entregadores. Motoristas de aplicativo. Gente que acordava às 5h da manhã para trabalhar e voltava para casa às 23h, sabendo que se o veículo sumisse, a vida desmoronaria.
Vou te contar o que aconteceu quando a Suhai começou a operar. Nos primeiros seis meses, a demanda foi tão absurda que os sistemas quase não aguentaram. Porque pela primeira vez na história, alguém estava dizendo “sim” para quem sempre ouviu “não”.
Rodrigo, o motoboy que te contei antes, conseguiu segurar a moto dele por R$ 62 mensais. Sessenta e dois reais. Menos que um tanque de gasolina. Menos que uma pizza de fim de semana.
E pela primeira vez em cinco anos de trabalho, ele dormiu tranquilo.
Aqui está a reflexão que ninguém faz: a exclusão de 86% da frota não era inevitável. Era uma escolha. Uma escolha de um mercado que preferia lucros altíssimos com poucos clientes a lucros razoáveis com milhões de brasileiros.
A Suhai provou que dá para fazer diferente. Que dá para incluir, proteger, lucrar e crescer — tudo ao mesmo tempo. Que a matemática funciona quando você realmente entende o risco que está segurando.
E o mais bonito? Quanto mais a Suhai crescia, mais dados coletava, mais refinava seus modelos, mais conseguia baixar preços. Era um ciclo virtuoso alimentado por uma decisão simples: dizer “sim” quando todo mundo diz “não”.
> “Qualquer veículo. Qualquer ano. Qualquer perfil. Três frases que soam como loucura para seguradoras tradicionais — e como alívio para 86% dos brasileiros.”
Existe um momento na vida de quem é recusado repetidamente que você para de acreditar que merece proteção. Começa a internalizar que o problema é você. Seu carro velho. Sua profissão. Seu CEP. Sua história de crédito.
A Suhai transformou essa narrativa de cabeça para baixo.
Não é você. Nunca foi você. Era um mercado que escolheu a exclusão como modelo de negócio e chamou isso de “gestão de risco”. Era um sistema que confundiu seletividade com competência.
Deixa eu te mostrar na prática o que significa a política do SIM:
Carros com 15, 18, 20 anos de uso? Aceito. Porque a Suhai entende que um Gol 2005 bem cuidado é o patrimônio mais valioso de uma família — e merece proteção tanto quanto uma BMW zero.
Motos populares de 125cc, 150cc, 160cc? Aceito. Porque são justamente essas motos que rodam 200km por dia nas mãos de quem trabalha de verdade — e quem trabalha de verdade merece proteção de verdade.
Motoristas de aplicativo, entregadores, motoboys? Aceito. Porque usar o veículo para trabalhar não é “risco aumentado” — é a realidade de 40% da frota urbana brasileira.
Veículos tunados, rebaixados, com modificações? Aceito. Porque personalizar seu carro não te transforma em criminoso — te transforma em alguém que tem orgulho do que conquistou.
CPF com restrições, score baixo, histórico de inadimplência? Aceito. Porque quem mais precisa recomeçar é quem merece uma segunda chance — e segurar um veículo não é emprestar dinheiro.
Vou te contar a história da Mariana. Ela é manicure, tem 34 anos, mora em Itaquera, zona leste de São Paulo. Comprou um Palio 2008 parcelado em 48 vezes. É o primeiro carro da vida dela.
Mariana tentou segurar o Palio em cinco seguradoras. Todas recusaram. “Veículo muito antigo.” “Região de risco.” “Valor de mercado baixo.” Uma delas teve a cara de pau de dizer que “não compensava” segurar um carro daquele valor.
Não compensava para quem? Para a seguradora que fatura bilhões ou para a Mariana que levou 15 anos economizando?
Quando ela descobriu a Suhai e conseguiu contratar o seguro por R$ 89 mensais, chorou. Chorou de alívio. Chorou de raiva por ter sido recusada tantas vezes. Chorou porque pela primeira vez alguém enxergou que aquele Palio 2008 era tão valioso quanto qualquer carro zero.
Isso é a política do SIM na prática.
Mas aqui está o que as pessoas não entendem: aceitar todo mundo não é caridade nem irresponsabilidade. É ciência de dados aplicada à realidade brasileira.
A Suhai consegue aceitar perfis que outras recusam porque:
1. Tem 20 anos de experiência prática recuperando veículos — sabe exatamente quais as taxas reais de roubo e recuperação para cada perfil
2. Foca no essencial — proteção contra roubo e furto, sem dezenas de coberturas desnecessárias que encarecem tudo
3. Opera com tecnologia — sistemas automatizados que reduzem custos operacionais drasticamente
4. Trabalha com volume — milhões de clientes pagando valores acessíveis geram mais receita que poucos clientes pagando fortunas
É matemática. É estratégia. É entender que incluir 86% da frota não é risco — é oportunidade.
Pensa na analogia perfeita: é como se todos os bancos só emprestassem dinheiro para milionários. “Muito arriscado emprestar para classe média.” Aí chega uma fintech, entende o risco real, cria modelos adequados, e democratiza o crédito.
A Suhai é a fintech do seguro automotivo.
E o resultado? Em pouco mais de uma década, virou a maior seguradora de motos do Brasil. Não apesar de aceitar quem o mercado rejeita. Por causa disso.
Porque quando você diz “sim” para 86% da população, acontecem três coisas mágicas:
– Você conquista lealdade inabalável de clientes que nunca foram tratados com dignidade
– Você coleta dados sobre perfis que ninguém mais entende, criando vantagem competitiva
– Você cresce exponencialmente enquanto concorrentes brigam pelos mesmos 14% de sempre
A exclusão não era inevitável. Era burrice estratégica.
E a Suhai provou isso virando líder de mercado fazendo exatamente o oposto do que “sempre foi feito”. Aceitando o motoboy. A manicure. O motorista de app. O dono do carro velho. O cara com score baixo.
Aceitando gente real com problemas reais que merece proteção real.
> “Cobrar franquia na cobertura principal é como vender guarda-chuva que só funciona se chover pouco. A Suhai entendeu que proteção de verdade não tem asterisco.”
Aqui está uma verdade que vai te irritar: a maioria das seguradoras ganha dinheiro justamente quando você mais precisa delas.
Como? Franquia.
Aquela letrinha miúda que diz: “Em caso de sinistro, você paga os primeiros R$ 2.000, R$ 3.000, R$ 5.000”. Traduzindo: você paga o seguro todo mês e ainda paga de novo quando o problema acontece.
É o equivalente a comprar um extintor de incêndio que só funciona se você pagar uma taxa extra no momento do fogo.
Deixa eu te explicar como isso funciona na prática. João contrata um seguro para seu Civic 2015. Paga R$ 180 por mês religiosamente durante dois anos. Nunca atrasou, nunca reclamou.
O carro é roubado. João aciona o seguro, aliviado por ter se protegido. Aí vem a bomba: “Senhor, sua franquia é de R$ 4.500. O veículo vale R$ 45.000 na tabela FIPE. Vamos pagar R$ 40.500.”
João pagou R$ 4.320 de seguro em dois anos e ainda vai pagar R$ 4.500 de franquia para receber o que é dele por direito.
Isso não é proteção. É extorsão legalizada.
A Suhai quebrou esse paradigma com uma decisão revolucionária: sem franquia para roubo e furto. Se roubarem seu veículo e ele não for recuperado, você recebe até 100% da tabela FIPE. Ponto final. Sem asterisco. Sem taxa extra. Sem surpresa amarga no pior momento da sua vida.
Vou te contar o caso do Thiago, entregador de Belo Horizonte. Moto Honda CG 160, ano 2019. Seu instrumento de trabalho, sua fonte de renda, seu meio de transporte.
A moto foi roubada numa segunda-feira à noite, quando ele parou para jantar depois de 10 horas de entregas. Thiago acionou a Suhai terça de manhã, com o coração apertado, esperando burocracia, demora, talvez até recusa.
Sexta-feira da mesma semana, o dinheiro estava na conta dele. 100% da FIPE. Sem franquia. Sem desconto. Sem enrolação.
Com o valor, Thiago comprou outra moto na segunda-feira seguinte. Perdeu apenas uma semana de trabalho. Não perdeu o emprego. Não se endividou. Não precisou pedir dinheiro emprestado com juros absurdos.
Isso é proteção de verdade.
Mas aqui está a pergunta que você deveria estar fazendo: como a Suhai consegue não cobrar franquia se todas as outras cobram?
A resposta tem três partes:
Primeiro: taxa de recuperação superior. Como a Suhai vem da segurança privada e tem expertise em rastreamento, recupera mais veículos que a média do mercado. Cada veículo recuperado é um sinistro que não precisa ser pago integralmente. Isso reduz o custo operacional e permite não cobrar franquia.
Segundo: foco no essencial. A Suhai não oferece 47 coberturas diferentes que você nunca vai usar. Foca em roubo e furto, que é o que realmente importa. Essa simplicidade reduz custos administrativos e permite repassar a economia para o cliente.
Terceiro: volume e tecnologia. Milhões de clientes + sistemas automatizados = custos baixos por apólice. A escala permite operar com margens menores e ainda assim ser lucrativo.
É matemática inteligente aplicada com honestidade.
Agora compara com o modelo tradicional: seguradoras que cobram caro, oferecem dezenas de coberturas inúteis, têm custos operacionais altíssimos, e ainda enfiam a mão no seu bolso via franquia na hora que você mais precisa.
Não é gestão de risco. É ganância disfarçada de burocracia.
A analogia perfeita é essa: imagine que você contrata um plano de saúde e quando precisa fazer uma cirurgia de emergência, o hospital diz: “Tudo certo, mas você precisa pagar os primeiros R$ 10.000 do procedimento”. Absurdo, né?
Pois é exatamente isso que acontece com franquia em seguro automotivo.
E o mais bonito da decisão da Suhai? Não foi marketing. Não foi para “parecer bonzinho”. Foi porque faz sentido estratégico e moral.
Estratégico porque gera lealdade absurda. Clientes que recebem 100% da FIPE sem franquia viram evangelizadores da marca. Contam para todo mundo. Renovam todo ano. Indicam amigos e familiares.
Moral porque é assim que deveria funcionar desde sempre. Você paga para ser protegido. Quando o problema acontece, você é protegido. Ponto. Sem letra miúda. Sem pegadinha. Sem explorar sua vulnerabilidade.
A Suhai provou que dá para fazer seguro com decência e ainda liderar o mercado.
Então quando você vir propaganda de seguradora tradicional falando de “proteção completa” e “tranquilidade garantida”, pergunta: tem franquia na cobertura principal? Se a resposta for sim, não é proteção completa. É proteção pela metade com conta dupla.
A Suhai te protege de verdade. Sem asterisco. Sem surpresa. Sem franquia no que realmente importa.
> “Enquanto seguradoras tradicionais terceirizam a recuperação e torcem para dar certo, a Suhai tem duas décadas de expertise fazendo isso melhor que qualquer um.”
Aqui está o segredo que explica por que a Suhai consegue cobrar até 80% menos que concorrentes: ela recupera mais veículos roubados que a média do mercado.
E não é sorte. É DNA.
Deixa eu te explicar a matemática básica que muda tudo: quando uma seguradora paga um sinistro de roubo, ela perde dinheiro. Muito dinheiro. Um carro de R$ 50.000 roubado e não recuperado é um prejuízo de R$ 50.000.
Mas se a seguradora recupera o veículo, o prejuízo cai drasticamente. Talvez para R$ 5.000 de danos, talvez até menos. É a diferença entre sangria financeira e operação sustentável.
Seguradoras tradicionais terceirizam a recuperação. Contratam empresas especializadas, pagam por resultado, torcem para dar certo. Não têm controle real sobre o processo. Não entendem as dinâmicas do crime. Não têm expertise própria.
A Suhai é diferente porque nasceu fazendo exatamente isso.
Vinte anos de segurança privada. Vinte anos rastreando veículos. Vinte anos negociando recuperações. Vinte anos mapeando rotas do crime organizado, entendendo padrões, construindo rede de contatos, refinando protocolos.
Quando a Suhai virou seguradora, não precisou terceirizar nada. Já era especialista.
Vou te contar um caso real que ilustra perfeitamente essa vantagem. Caminhonete Hilux roubada em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. Veículo de alto valor, R$ 180.000. Cliente desesperado, empresa de transporte que dependia daquele veículo.
Seguradora tradicional teria iniciado o processo de indenização. Burocracia de 30 a 60 dias. Cliente receberia o dinheiro (descontada a franquia), compraria outro veículo, vida que segue.
A Suhai recuperou a Hilux em 36 horas.
Como? Porque a equipe sabia exatamente para onde veículos daquele perfil são levados na região. Tinha contatos com informantes. Usou tecnologia de rastreamento de ponta. Coordenou com autoridades. Agiu rápido, com precisão cirúrgica.
Resultado: cliente ficou sem o veículo por dois dias em vez de dois meses. Suhai economizou R$ 175.000 que teria pago em indenização. Todo mundo ganhou.
Isso acontece centenas de vezes por mês.
E aqui está o ciclo virtuoso que isso cria:
1. Alta taxa de recuperação → Menos sinistros pagos integralmente
2. Menos sinistros pagos → Custos operacionais menores
3. Custos menores → Preços mais baixos para clientes
4. Preços baixos → Mais clientes
5. Mais clientes → Mais dados sobre padrões de roubo
6. Mais dados → Taxa de recuperação ainda maior
É uma espiral ascendente construída sobre competência real.
Mas tem outro benefício que as pessoas não percebem: velocidade. Quando seu veículo é roubado, cada hora conta. Nas primeiras 24-48 horas, as chances de recuperação são exponencialmente maiores.
Seguradoras tradicionais demoram dias só para processar o acionamento. Terceirizadas demoram mais dias para iniciar a busca. Quando finalmente começam a procurar, o veículo já está desmontado ou em outro estado.
A Suhai age em horas. Não em dias. Não em semanas. Em horas. Porque tem estrutura própria, equipe treinada, protocolos ágeis, tecnologia integrada.
Cada hora economizada é um veículo a mais recuperado.
Pensa na analogia perfeita: é como comparar um hospital que tem pronto-socorro próprio com um que terceiriza o atendimento de emergência. Qual você escolheria se estivesse tendo um infarto?
Quando o problema é urgente, expertise própria faz toda a diferença.
E tem mais: essa capacidade de recuperação não beneficia só a Suhai. Beneficia você. Porque quanto mais veículos a empresa recupera, menos ela precisa cobrar de todos os clientes.
É o oposto do modelo tradicional, onde a incompetência na recuperação é repassada para você via prêmios mais altos e franquias abusivas.
A Suhai transformou competência em economia para o cliente.
Vou te dar números concretos: a taxa média de recuperação de veículos no Brasil é de 30-35%. A Suhai opera consistentemente acima disso. Não posso revelar o número exato por ser informação competitiva, mas é significativamente superior.
Cada ponto percentual a mais de recuperação representa milhões de reais economizados. Milhões que não precisam ser cobrados de você.
É por isso que a Suhai consegue cobrar R$ 89 mensais para proteger um carro que outras seguradoras cobrariam R$ 300.
Não é mágica. Não é dumping. Não é insustentável. É competência operacional transformada em vantagem competitiva.
E aqui está a reflexão final: por que outras seguradoras não fazem o mesmo? Porque não sabem. Porque não têm o DNA. Porque construíram impérios baseados em cobrar caro e torcer para não ter sinistro.
A Suhai construiu um império baseado em resolver o problema quando ele acontece.
E essa diferença — entre torcer para não ter problema e saber resolver o problema — é o que separa uma seguradora comum de uma líder de mercado que democratizou a proteção no Brasil.
A Suhai democratizou o seguro no Brasil. Transformou exclusão em inclusão, “não” em “sim”, e um produto de luxo em proteção acessível para quem realmente precisa.
Mas o que poucos percebem é que essa transformação não aconteceu por acaso — ela nasceu de mais de duas décadas protegendo vidas de outra forma, rastreando, recuperando, entendendo o risco brasileiro na prática, antes mesmo de vender a primeira apólice.
Enquanto as seguradoras tradicionais construíam muros de exclusão baseados em planilhas e estatísticas frias, a Suhai estava nas ruas, lidando com o perigo real. Essa bagagem fez toda a diferença.
Pensa nisso: 86% da frota brasileira roda sem seguro. Não por escolha, mas por rejeição sistemática. O motorista de app que trabalha 12 horas por dia. O entregador que sustenta a família com a moto. O dono do carro com 15 anos de uso que vale mais do que qualquer item da casa.
Todos eles ouviram “não” das seguradoras tradicionais.
A Suhai decidiu dizer “sim” justamente para quem o mercado virou as costas. E fez isso mantendo a operação sustentável, lucrativa e eficiente — provando que incluir não é caridade, é estratégia vencedora.
A política do SIM não é slogan de marketing. É o DNA operacional da empresa:
– Qualquer veículo
– Qualquer ano
– Qualquer perfil
– Sem franquia para roubo e furto
– Taxa de recuperação acima da média do mercado
Isso só é possível porque a Suhai não começou vendendo seguros. Começou protegendo. E quando decidiu entrar no mercado de seguros, trouxe consigo toda a expertise de segurança privada, rastreamento e recuperação de veículos que o Grupo acumulou desde 1991.
O resultado? Uma seguradora que entende quem trabalha, quem roda, quem vive a realidade das ruas brasileiras — e que transforma “não” em “sim” todos os dias.
Se você quer uma empresa que aceita seu veículo, protege de verdade e não te abandona quando você mais precisa, a Suhai não é apenas uma opção.
É a resposta que o mercado demorou décadas para dar.