
Oferecer plano de saúde hoje não é mais "um diferencial". Para uma PME em São Paulo ou no Grande ABC, é uma decisão estratégica que impacta qualidade de vida, retenção de talentos, custo tributário e conformidade com a NR-1.
Segundo a ANS, mais de 53 milhões de brasileiros estão em planos de saúde, e a rotatividade anual se aproxima de 28%. Profissionais qualificados mudam de emprego com frequência, e o acesso a um bom convênio médico é um dos principais fatores na hora de aceitar ou permanecer em uma vaga.
Sem assistência médica competitiva, a empresa perde candidatos para concorrentes que oferecem o benefício.
Profissionais estratégicos saem por benefícios melhores, gerando custos de demissão, contratação e curva de aprendizado.
O plano de saúde é ferramenta de gestão de risco jurídico, trabalhista e reputacional — não apenas custo de RH.
Especialmente para empresas no Lucro Real, o plano de saúde se converte em investimento com retorno tributário.
A Lei nº 9.249/1995 (art. 13) permite que as despesas com planos de saúde e odontológicos sejam consideradas despesas operacionais dedutíveis.
Mesmo sem dedução direta de IRPJ/CSLL sobre despesas, o plano de saúde:
Para o colaborador, a parte que ele paga pode ser deduzida integralmente no IRPF. Para o MEI:
O art. 458, §2º da CLT e a Lei nº 8.212/1991 estabelecem que a assistência médica e odontológica não tem natureza salarial.
Se a empresa optasse por dar o mesmo valor em aumento salarial, teria carga adicional de encargos, aumento permanente da base de cálculo trabalhista e risco de judicialização futura.

Quando o colaborador falta por doença ou condição não tratada. Gera sobrecarga na equipe, horas extras emergenciais e contratações temporárias.
Quando o colaborador está presente, mas não rende por dor, cansaço, ansiedade ou problemas odontológicos. Impacto silencioso na produtividade.

A nova NR-1, atualizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024 e com exigibilidade plena a partir de 26 de maio de 2026, mudou o jogo:
Pressão excessiva, assédio e falta de clareza passam a ser tratados como riscos ocupacionais formais.
Empresas precisam incluir esses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e no Programa de Gerenciamento de Riscos.
Relatórios epidemiológicos, telepsiquiatria, telepsicologia e programas estruturados de saúde mental.
A Lei nº 14.831/2024 criou o Certificado de Empresa Promotora da Saúde Mental — um selo nacional que reconhece boas práticas. Com políticas de saúde e um convênio adequado, sua PME pode se preparar para obtê-lo.
Escolher pela "tabela mais barata" raramente é a melhor estratégia. É preciso equilibrar custo por vida, qualidade da rede e capilaridade.

Rede de referência nacional, hospitais de ponta (Einstein, Sírio-Libanês, D'Or). Ideal para empresas com executivos que valorizam rede premium e reembolso.
Equilíbrio custo-benefício, inovação digital e programas de prevenção (Saúde Ativa). Boa escolha para PMEs modernas de serviços e tecnologia.
Rede própria relevante e forte presença em SP. Boa resolutividade com custo competitivo.
Modelo verticalizado com hospitais próprios. Geralmente os menores custos para operações intensivas em mão de obra.
Atendimento diferenciado, concierge de saúde e serviços premium.
Forte presença regional em Santo André, São Bernardo e São Caetano. Hospitais próprios com acreditação ONA Nível 3.
O papel da Securus é casar o perfil da sua empresa, a localização da equipe e o orçamento disponível com as operadoras e redes que realmente fazem sentido.
É possível negociar compra de carência ao migrar de outra operadora.
Acima de 30 vidas (titulares + dependentes):
Para o RH: processos internos bem definidos de admissão e inclusão são essenciais.
Enxergamos como parte da estratégia de qualidade de vida, segurança e liberdade da sua empresa e da sua equipe.
Entendemos o momento da empresa, regime tributário, rotatividade, perfil de cargos e salários. Avaliamos o impacto potencial em tributos, encargos e riscos trabalhistas.
Definição de operadoras e redes adequadas ao perfil da equipe. Análise de coparticipação, política de dependentes e regras internas de elegibilidade.
Alinhamento para correta classificação contábil e fiscal. Orientação sobre políticas internas e alinhamento com a NR-1.
Apoio no onboarding, prazos de inclusão, explicação de carências e canais de atendimento. Materiais claros para colaboradores.
Monitoramento de sinistralidade e reajustes. Avaliação anual de alternativas, renegociação e inclusão de programas de prevenção.

São aquilo que ampara sua equipe quando ela mais precisa — e isso se traduz em lealdade, engajamento e estabilidade para o negócio.