Reunião de RH com líderes analisando plano de saúde empresarial em escritório moderno em São Paulo

Mais que um benefício. Um pilar estratégico para a saúde do seu negócio.

Oferecer plano de saúde hoje não é mais "um diferencial". Para uma PME em São Paulo ou no Grande ABC, é uma decisão estratégica que impacta qualidade de vida, retenção de talentos, custo tributário e conformidade com a NR-1.

53 milhõesde brasileiros em planos de saúde
NR-1 2026Exigência de saúde mental
DedutívelIRPJ e CSLL no Lucro Real

Por que o plano de saúde PME se tornou decisão de gestão, não só de RH

Segundo a ANS, mais de 53 milhões de brasileiros estão em planos de saúde, e a rotatividade anual se aproxima de 28%. Profissionais qualificados mudam de emprego com frequência, e o acesso a um bom convênio médico é um dos principais fatores na hora de aceitar ou permanecer em uma vaga.

Menos poder de negociação

Sem assistência médica competitiva, a empresa perde candidatos para concorrentes que oferecem o benefício.

Dificuldade para reter talentos

Profissionais estratégicos saem por benefícios melhores, gerando custos de demissão, contratação e curva de aprendizado.

Ferramenta de gestão de risco

O plano de saúde é ferramenta de gestão de risco jurídico, trabalhista e reputacional — não apenas custo de RH.

Planejamento tributário

Especialmente para empresas no Lucro Real, o plano de saúde se converte em investimento com retorno tributário.

Menos imposto, mais margem

Lucro Real

Dedutibilidade total

A Lei nº 9.249/1995 (art. 13) permite que as despesas com planos de saúde e odontológicos sejam consideradas despesas operacionais dedutíveis.

  • Mensalidades reduzem a base de cálculo de IRPJ e CSLL
  • Parte relevante do "custo" é financiada pelo escudo fiscal
  • O fluxo de caixa sente menos impacto do que aparenta na fatura

Lucro Presumido e Simples

Mesmo sem dedução direta de IRPJ/CSLL sobre despesas, o plano de saúde:

  • Entra como despesa administrativa, ajustando o lucro contábil
  • Dá transparência à remuneração total oferecida
  • Facilita conversas estratégicas sobre distribuição de lucros e benefícios

Colaborador e MEI

Para o colaborador, a parte que ele paga pode ser deduzida integralmente no IRPF. Para o MEI:

  • Plano PME costuma ser muito mais acessível que individual
  • Despesa pode entrar no Livro Caixa
  • Protege a saúde e reforça a sustentabilidade do negócio

Mais proteção, menos encargos

O art. 458, §2º da CLT e a Lei nº 8.212/1991 estabelecem que a assistência médica e odontológica não tem natureza salarial.

Valor do plano não integra salário
Não gera INSS patronal, FGTS, férias +1/3, 13º
Entrega mais valor percebido sem inflar a folha
Otimiza cada real investido em remuneração
Se a empresa optasse por dar o mesmo valor em aumento salarial, teria carga adicional de encargos, aumento permanente da base de cálculo trabalhista e risco de judicialização futura.
Colaboradora sorrindo em ambiente urbano de São Paulo após consulta médica

Dois inimigos silenciosos que o plano de saúde combate

Absenteísmo

Quando o colaborador falta por doença ou condição não tratada. Gera sobrecarga na equipe, horas extras emergenciais e contratações temporárias.

Presenteísmo

Quando o colaborador está presente, mas não rende por dor, cansaço, ansiedade ou problemas odontológicos. Impacto silencioso na produtividade.

Menos afastamentos longos
Menos sobrecarga na equipe
Mais foco, energia e engajamento
Benefício mais valorizado em processos seletivos
Gestora em conversa empática com colaborador sobre saúde mental no ambiente de trabalho

NR-1, saúde mental e o novo jogo

A nova NR-1, atualizada pela Portaria MTE nº 1.419/2024 e com exigibilidade plena a partir de 26 de maio de 2026, mudou o jogo:

01

Riscos psicossociais

Pressão excessiva, assédio e falta de clareza passam a ser tratados como riscos ocupacionais formais.

02

GRO e PGR obrigatórios

Empresas precisam incluir esses riscos no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e no Programa de Gerenciamento de Riscos.

03

Apoio do plano de saúde

Relatórios epidemiológicos, telepsiquiatria, telepsicologia e programas estruturados de saúde mental.

A Lei nº 14.831/2024 criou o Certificado de Empresa Promotora da Saúde Mental — um selo nacional que reconhece boas práticas. Com políticas de saúde e um convênio adequado, sua PME pode se preparar para obtê-lo.

Como escolher a operadora certa

Escolher pela "tabela mais barata" raramente é a melhor estratégia. É preciso equilibrar custo por vida, qualidade da rede e capilaridade.

Vista aérea panorâmica da região do Grande ABC e São Paulo

Bradesco Saúde

Rede de referência nacional, hospitais de ponta (Einstein, Sírio-Libanês, D'Or). Ideal para empresas com executivos que valorizam rede premium e reembolso.

SulAmérica Saúde

Equilíbrio custo-benefício, inovação digital e programas de prevenção (Saúde Ativa). Boa escolha para PMEs modernas de serviços e tecnologia.

Amil

Rede própria relevante e forte presença em SP. Boa resolutividade com custo competitivo.

NotreDame Intermédica / Hapvida

Modelo verticalizado com hospitais próprios. Geralmente os menores custos para operações intensivas em mão de obra.

Porto Seguro Saúde

Atendimento diferenciado, concierge de saúde e serviços premium.

Santa Helena Saúde (ABC)

Forte presença regional em Santo André, São Bernardo e São Caetano. Hospitais próprios com acreditação ONA Nível 3.

O papel da Securus é casar o perfil da sua empresa, a localização da equipe e o orçamento disponível com as operadoras e redes que realmente fazem sentido.

O que o RH precisa entender

Fatores de precificação

  • Faixa etária dos beneficiários
  • Tipo de acomodação (enfermaria x apartamento)
  • Abrangência (regional x nacional)
  • Coparticipação (com ou sem)
Planos PME em SP: A partir de R$ 80–90/vida Enfermaria, rede regional, modelo verticalizado

Carências (2 a 29 vidas)

  • 24 horas para urgência e emergência
  • 60 dias para consultas e exames simples
  • 180 dias para procedimentos de maior complexidade
  • 300 dias para parto a termo
  • Até 24 meses para doenças preexistentes

É possível negociar compra de carência ao migrar de outra operadora.

Marco das 30 vidas

Ponto crítico

Acima de 30 vidas (titulares + dependentes):

  • A legislação permite a isenção de carências em muitos casos
  • Acesso rápido à alta complexidade logo após a inclusão
  • Cadastro dentro do prazo (geralmente até 30 dias da admissão)

Para o RH: processos internos bem definidos de admissão e inclusão são essenciais.

Não enxergamos o plano de saúde apenas como um produto

Enxergamos como parte da estratégia de qualidade de vida, segurança e liberdade da sua empresa e da sua equipe.

1

Diagnóstico estratégico gratuito

Entendemos o momento da empresa, regime tributário, rotatividade, perfil de cargos e salários. Avaliamos o impacto potencial em tributos, encargos e riscos trabalhistas.

2

Desenho do benefício

Definição de operadoras e redes adequadas ao perfil da equipe. Análise de coparticipação, política de dependentes e regras internas de elegibilidade.

3

Integração contábil e jurídica

Alinhamento para correta classificação contábil e fiscal. Orientação sobre políticas internas e alinhamento com a NR-1.

4

Implantação e comunicação

Apoio no onboarding, prazos de inclusão, explicação de carências e canais de atendimento. Materiais claros para colaboradores.

5

Acompanhamento contínuo

Monitoramento de sinistralidade e reajustes. Avaliação anual de alternativas, renegociação e inclusão de programas de prevenção.

Equipe corporativa em reunião estratégica sobre plano de saúde

Nos momentos difíceis, seguro e plano de saúde não são apenas números

São aquilo que ampara sua equipe quando ela mais precisa — e isso se traduz em lealdade, engajamento e estabilidade para o negócio.