Atualmente, existe um relógio correndo. Você não ouve o tique-taque, mas ele está lá — marcando os dias até que as regras do jogo sucessório mudem completamente no Brasil. A Emenda Constitucional 132/2023 não é mais uma proposta distante ou um debate acadêmico. É realidade constitucional. E, infelizmente, ela trouxe consigo uma transformação que muitos ainda não dimensionaram: o ITCMD Progressivo obrigatório em todo o território nacional.
Então, vamos falar de forma direta sobre o que isso significa na prática.
O Fim da Autonomia Estadual e o Novo ITCMD
Até 2023, cada estado brasileiro tinha autonomia para definir suas alíquotas de imposto sobre transmissão causa mortis e doação. Por exemplo, alguns mantinham taxas fixas, enquanto outros já aplicavam progressividade. Essa era uma escolha estadual, não uma imposição.
Contudo, a EC 132/2023 mudou esse cenário de forma definitiva: agora, todos os estados são obrigados a adotar o ITCMD Progressivo. Ou seja, quanto maior o patrimônio transmitido, maior a fatia que fica com o fisco.
Em São Paulo, o Projeto de Lei 7/2024 materializa essa mudança de forma contundente. A proposta eleva a alíquota máxima de 4% para 8% em patrimônios acima de R$ 9,9 milhões. Não se engane: não é um ajuste. É um aumento de 100% na carga tributária para quem está nessa faixa.
Para ilustrar, em uma herança de R$ 15 milhões, a diferença salta de R$ 600 mil para R$ 1,2 milhão em impostos. Meio milhão de reais a mais saindo do patrimônio familiar direto para os cofres públicos.
A Janela de Planejamento de 2025
Aqui está o ponto que muitos estão subestimando: para que essas novas alíquotas de ITCMD Progressivo vigorem em 2026, as leis estaduais precisam ser aprovadas ainda em 2025. Portanto, a janela para planejar sob as regras atuais está se fechando. Não é alarmismo. É cronologia legal. É matemática tributária.
Sabemos que mudanças tributárias geram insegurança. É natural sentir desconforto quando as regras do jogo mudam no meio da partida. No entanto, existe uma diferença fundamental entre reagir com ansiedade e agir com estratégia. A primeira paralisa. A segunda protege.
Por isso, acreditamos que proteção patrimonial verdadeira começa com clareza sobre o cenário real — não com promessas de soluções mágicas. Nosso compromisso é ajudar você a entender o que a mudança significa especificamente para sua situação. Afinal, cada família tem sua história e é essa singularidade que define qual caminho faz sentido.
O Impacto Real no Seu Bolso
O ITCMD Progressivo não é uma punição, é uma política fiscal, seus efeitos sobre o patrimônio familiar são concretos. Famílias que construíram patrimônio ao longo de décadas agora precisam considerar que uma parcela significativamente maior desse legado será direcionada ao estado.
Vamos aos números com transparência total: se você possui um patrimônio de R$ 20 milhões em São Paulo, sob a regra atual de 4%, a transmissão geraria R$ 800 mil em impostos. Em contrapartida, com a nova alíquota progressiva de 8%, o valor salta para aproximadamente R$ 1,6 milhão. É o equivalente a perder um imóvel de alto padrão apenas em tributação sucessória.
E tem mais: essa mudança não afeta apenas os ultra-ricos. Ela atinge a classe média alta que acumulou patrimônio. Também impacta o empresário que construiu seu negócio do zero, bem como a família que investiu em imóveis como estratégia de aposentadoria. O ITCMD Progressivo democratizou o impacto fiscal sucessório — e isso exige atenção.
2025 é o Ano-Chave
Nosso papel não é gerar pânico. É gerar consciência. Visto que decisões tomadas com informação clara produzem resultados superiores. Tratamos cada situação patrimonial com o mesmo zelo que teríamos se fosse nossa — e isso significa olhar para o calendário legislativo com seriedade.
2025 é o ano-chave. É quando os estados precisam aprovar suas leis de adequação para que o novo ITCMD Progressivo vigore em 2026. Embora alguns estados estejam em estágios diferentes de tramitação, a direção está dada. A obrigatoriedade constitucional não deixa margem para interpretação: a progressividade virá.
Para quem tem patrimônio significativo, essa é uma janela de planejamento que não se repetirá. Estruturas sucessórias implementadas agora ainda operam sob as alíquotas atuais. Doações realizadas em 2025 ainda podem ser tributadas com as taxas vigentes.
Agir ou Reagir?
Não vemos nossos clientes como números em uma planilha. Pelo contrário, vemos histórias de construção patrimonial que merecem proteção. Vemos famílias que trabalharam décadas para criar segurança financeira. E, acima de tudo, vemos pessoas que querem tomar decisões informadas — não apressadas, não por medo, mas por estratégia consciente.
A bomba-relógio fiscal está correndo. Mas você ainda tem tempo para desarmar o impacto do ITCMD Progressivo. O que separa quem será surpreendido de quem estará preparado é uma decisão: agir agora com planejamento estruturado ou reagir depois com as opções limitadas que restarem.
Para nós, proteger patrimônio é mais do que evitar impostos: é garantir que o legado que você construiu chegue onde você planejou. E isso se faz com transparência, estratégia e tempo.
Existe um paradoxo cruel no sistema sucessório brasileiro que poucos percebem até viverem na pele: você pode ser milionário no papel e, ao mesmo tempo, não ter dinheiro suficiente para pagar as contas do mês seguinte.
Infelizmente, não estamos falando de má gestão financeira. Estamos falando de uma armadilha estrutural que transforma patrimônio sólido em prisão burocrática no momento em que mais se precisa de liquidez.
O Congelamento Compulsório de Ativos
O inventário brasileiro funciona como um congelamento compulsório de ativos.
Quando alguém falece, a justiça trava juridicamente tudo o que estava em seu nome — imóveis, participações societárias, investimentos e contas bancárias. Não importa se há um apartamento avaliado em R$ 2 milhões ou cotas de fundos no valor de R$ 500 mil. Durante o processo, que pode se estender por 1 a 3 anos, os herdeiros simplesmente não conseguem acessar esses ativos.
A vida não para. O ITCMD precisa ser pago — e dependendo do estado, pode chegar a 8% do valor total do patrimônio. Além disso, os honorários advocatícios consomem mais uma fatia significativa e as custas judiciais se acumulam. Os próprios bens imobilizados continuam gerando despesas: Condomínios, IPTUs, manutenção de imóveis e taxas de administração de fundos.
O Custo Real da Iliquidez no Inventário
Riqueza no papel Pobreza no Caixa.
Consequentemente, quando somamos todos esses custos, chegamos a um número que assusta: o processo de sucessão pode consumir entre 15% e 20% do patrimônio total.
Ou seja, para uma herança de R$ 5 milhões, estamos falando de até R$ 1 milhão que simplesmente evapora em burocracia e impostos.
Overdadeiro abismo da Iliquidez no Inventário se revela quando os herdeiros precisam pagar essas despesas sem ter acesso aos recursos. Em outras palavras, é como ter a chave de um cofre cheio de ouro, mas a porta está selada por ordem judicial até que você pague para abri-la — com dinheiro que está dentro do próprio cofre.
Nesse contexto, a solução que muitos encontram é vender ativos com urgência. E aqui entra outro componente perverso desse sistema: quem precisa vender rápido, sempre vende mal.
Por exemplo, você acaba vendendo um imóvel de R$ 800 mil por apenas R$ 560 mil devido à pressão de tempo. Da mesma forma, participações societárias sofrem deságios ainda maiores, frequentemente entre 30% e 40% do valor justo, porque compradores sabem que herdeiros em aperto aceitam propostas ruins.
Certamente, esse não é um cenário hipotético. Isso acontece todos os dias. O empresário que passou 30 anos edificando uma empresa sólida vê seus filhos forçados a vender participações com desconto brutal apenas para honrar as obrigações. Assim, a reserva de valor se transforma em lastro imóvel — literalmente imobilizado — justamente quando a família mais precisa de mobilidade financeira.
Seguro como Hedge contra a Iliquidez
Atualmente, existe uma estratégia que circula há décadas no mercado financeiro como se fosse verdade absoluta: compre um seguro de vida temporário barato e invista a diferença em aplicações que rendem mais. A princípio, parece lógico no papel. Bem como parece inteligente na planilha. De fato, aparenta ser o caminho óbvio para quem quer “otimizar” cada centavo.
No entanto, a vida real não funciona em planilhas.
A estratégia BTID — Buy Term and Invest the Difference — falha em três pontos cruciais que ninguém menciona nas apresentações bonitas: o risco de sequência em mercados baixistas quando a morte acontece cedo demais, o travamento jurídico dos recursos no inventário e a falta de disciplina humana. Nesse sentido, o Seguro Whole Life surge como a solução robusta que a teoria ignora.
Então, vamos falar sobre cada um desses pontos. Sem eufemismos. Sem letras miúdas escondidas no rodapé.
Risco de sequência: onde o Seguro Whole Life vence
Primeiramente, vamos abordar o risco que ninguém calcula. Sempre que você compra um seguro temporário e começa a investir a diferença, está fazendo uma aposta silenciosa: que terá tempo suficiente para acumular patrimônio antes que algo aconteça.
Mas e se não tiver?
E se a morte chegar nos primeiros anos, quando o mercado está em queda e sua carteira de investimentos mal começou a crescer?
Seus beneficiários receberão o valor do seguro temporário — que é limitado e expira — somado a uma carteira de investimentos que pode estar valendo menos do que você investiu. Visto que em bear markets essa combinação é devastadora, a família fica com proteção incompleta justamente quando mais precisa de segurança financeira.
Por outro lado, o Seguro Whole Life (seguro de vida inteira) elimina esse risco desde o dia 1. Afinal, a cobertura é garantida no valor contratado, independente de quando a morte ocorra. Não importa se é no primeiro ano ou no trigésimo. Além disso, não importa se o mercado está em alta ou despencando.
A proteção está lá: integral, garantida, sem depender de sorte ou timing.
Inventário travado vs Liquidez Imediata.
O Seguro Whole Life, a ferramenta que realmente protege quando tudo dá errado.
O segundo ponto crítico é o travamento que congela tudo quando você mais precisa de liquidez. Aqui está o problema que poucos explicam: quando você morre, seus investimentos vão para o inventário. E inventário no Brasil não é um processo rápido.
Pode levar meses. Pode levar anos. Enquanto isso, seus beneficiários ficam sem acesso aos recursos que você acumulou com tanto esforço.
Contas continuam chegando e as despesas não param. A vida não pausa enquanto o processo judicial se arrasta. Dessa forma, sua família fica presa numa situação cruel: sabem que existe dinheiro, mas não podem tocá-lo quando mais precisam.
Diferentemente desse cenário, o Seguro Whole Life fica fora do espólio. Os beneficiários recebem os valores diretamente, sem passar por inventário, sem esperar decisões judiciais e sem burocracia que paralisa tudo no pior momento possível. É liquidez imediata quando a urgência é máxima.
A disciplina no Seguro Whole Life vs BTID
Terceiro e último ponto: a disciplina que ninguém tem por três décadas. A estratégia BTID assume que você vai investir a diferença religiosamente por 30 anos. Todo mês. Sem falhar. ou ceder à tentação de usar esse dinheiro para outras coisas. Sem parar nos momentos difíceis.
Mas você conhece alguém assim? Alguém que nunca, em três décadas, deixou de fazer um aporte mensal? Que resistiu a todas as emergências, todas as oportunidades e todos os imprevistos que a vida joga no caminho?
A realidade é brutal: a maioria das pessoas não mantém essa disciplina. Param nos primeiros anos. Reduzem os aportes quando o dinheiro aperta. Usam o recurso para outras prioridades que parecem mais urgentes no momento. E quando percebem, passaram 15 anos e acumularam muito menos do que a planilha original prometia.
O Seguro Whole Life funciona como uma estrutura de poupança forçada via boleto. Você não precisa de disciplina sobre-humana, nem precisa resistir a tentações mensais. O sistema faz o trabalho pesado por você: o boleto chega, você paga, a proteção e o acúmulo acontecem automaticamente. Sem depender da sua força de vontade em dias ruins.
Proteção no Mundo Real
A estratégia BTID não é necessariamente má. Ela simplesmente assume um mundo ideal que não existe: mercados sempre favoráveis, processos jurídicos rápidos e disciplina inabalável por décadas.
Para nós, proteção verdadeira não pode depender de condições ideais. Precisa funcionar no mundo real — com bear markets, inventários lentos e a natureza humana imperfeita.
Por isso, quando alguém nos procura buscando segurança para quem ama, não oferecemos a estratégia que parece mais inteligente na planilha. Oferecemos o Seguro Whole Life, a ferramenta que realmente protege quando tudo dá errado.
Incomunicabilidade e Impenhorabilidade: Mais que Seguro, uma Estratégia
Acreditamos que cada pessoa merece entender com clareza o que está construindo. Não através de jargão técnico, mas através de transparência radical sobre o que funciona.
Seguro no Planejamento Sucessório: A Matemática do Funding
Existe uma ilusão de segurança que persegue muitos empresários e profissionais bem-sucedidos: a crença de que acumular capital suficiente em caixa resolve qualquer eventualidade futura. A princípio, é reconfortante olhar para o extrato bancário e ver R$ 2 milhões disponíveis, pensando que isso protege a família de qualquer imprevisto.
A matemática da proteção patrimonial revela uma verdade incômoda sobre o Seguro no Planejamento Sucessório.
O Custo Oculto do Capital Próprio
Por exemplo, quando você mantém R$ 2 milhões parados em caixa para cobrir custos sucessórios — ITCMD, honorários advocatícios, despesas de inventário — esse capital está, na prática, congelado em baixo rendimento. Enquanto outros investimentos poderiam gerar retornos de 12%, 15% ou mais ao ano, esse dinheiro “de segurança” rende apenas o suficiente para não perder da inflação.
Além disso, existe um cenário pior: no momento exato em que sua família mais precisa desse recurso, ele fica bloqueado no inventário. Não importa quanto dinheiro você acumulou. Se acaso está em seu nome, entra no espólio. E então começa o calvário: meses ou anos de espera, custos crescentes e família sem acesso ao que é dela por direito.
A Alavancagem do Seguro no Planejamento Sucessório
Observe a alternativa que poucos enxergam com clareza.
O seguro de vida, nesse contexto específico, funciona como uma alavancagem matemática de proteção. Ou seja, você paga uma fração do valor necessário — digamos R$ 30 mil por ano — e garante R$ 2 milhões de liquidez imediata que bypassa completamente o espólio.
Em resumo, significa que o dinheiro fica imediatamente disponível para a família ou beneficiários designados, sem ter que aguardar a conclusão do processo de partilha dos bens do falecido.
Enquanto isso, aqueles R$ 2 milhões que você manteria parados podem trabalhar em investimentos de maior retorno.
É, literalmente, a compra de dinheiro futuro com deságio.
Vamos aos números concretos para tornar isso tangível. Se você investe R$ 2 milhões em ativos que rendem 12% ao ano, gera R$ 240 mil anuais. Logo após deduzir os R$ 30 mil do prêmio do seguro, sobram R$ 210 mil de ganho líquido que você não teria se mantivesse o capital parado “por segurança”, em dez anos, essa diferença acumula mais de R$ 2,1 milhões — você essencialmente duplicou a proteção sem descapitalizar.
Liquidez Imediata e Eficiência
A eficiência vai além do retorno financeiro.
O Seguro no Planejamento Sucessório entrega liquidez no momento crítico — exatamente quando contas precisam ser pagas, quando o ITCMD vence e quando advogados cobram honorários. Bem como no momento em que a família precisa manter o padrão de vida enquanto o inventário se arrasta.
Isso evita precisar vender imóveis com deságio. Do mesmo modo, impede que se precise liquidar investimentos em momento desfavorável ou negociar dívidas em posição de fraqueza.
Afinal, é a diferença entre ter dinheiro e ter dinheiro disponível quando importa.
Seguro no Planejamento Sucessório: Estruturar em vez de Acumular
Definitivamente, acreditamos que proteção verdadeira não é sobre acumular o máximo possível — é sobre estruturar o mínimo necessário da forma mais eficiente. Porque capital parado não protege ninguém. Capital bloqueado no inventário não paga conta. E, infelizmente, família sem acesso a recursos no momento de vulnerabilidade enfrenta decisões que ninguém deveria precisar tomar sob pressão.
Por isso, quando falamos de Seguro no Planejamento Sucessório, não estamos sugerindo que você acumule mais. Estamos propondo que você liberte o capital que já tem para trabalhar com eficiência máxima, a proteção estará lá, líquida e imediata, quando sua família mais precisar.
Não trabalhamos com letras miúdas. Também não haverá surpresas, eliminamos a ilusão de que dinheiro parado é dinheiro seguro.
Nosso compromisso não é apenas com a matemática dos números, mas com a tranquilidade de quem confia que fez a escolha mais responsável. Para nós, proteger é mais do que acumular: é estruturar com inteligência o que você já construiu, garantindo que cada real trabalhe a seu favor hoje e esteja disponível para os seus amanhã.